Como integrar socialmente uma criança com autismo comprometida?

Publicado em 16 de novembro de 2017

De forma geral, a integração social de uma pessoa com autismo não é um empreendimento fácil, porque envolve a tarefa de colocar em um meio social não preparado uma pessoa (com autismo) de comportamentos
estranhos e desconhecidos para todas as outras pessoas.

Muitas pessoas acham que a sociedade deve aprender a conviver com a diferença, mesmo que isto implique algumas vezes em passar por situações constrangedoras.

Talvez uma forma de encarar este problema mais claramente seja vê-lo como um processo que envolve a educação tanto da pessoa com autismo como das demais pessoas envolvidas. Então veremos que o importante é começar selecionando prioridades e, dentro destas, começar pelas mais fáceis, e por períodos curtos de tempo, incrementando o processo na medida em que ele se desenvolve. É bom lembrar que nível de dificuldade e duração (tempo) são
dois fatores de igual importância e devem ser aumentados separadamente.

 

REFERÊNCIAS: MELLO, A. M. S. R. de. Autismo: guia prático. 8. ed. São Paulo: AMA; Brasília: CORDE, 2007.

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